ESTUDO GERAL DA COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL (CSN): Mineração e Siderurgia
No presente estudo, analisamos as duas principais atividades da CSN, Companhia Siderúrgica Nacional: a siderurgia e a mineração. Para atingirmos especificamente a atividade minerária, examinamos os relatórios da CSN Mineração, que atua como subsidiária do grupo CSN.
Para atingirmos sua atividade siderúrgica, consideramos os relatórios individuais da Matriz, os quais abarcam, centralmente, o processo de produção siderúrgico em Volta Redonda. Todos os dados aqui utilizados foram retirados de fontes primárias, devidamente indicados em cada caso.
A CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), como podemos ver no gráfico abaixo, possui a seguinte composição acionária:
A Vicunha Aços S.A. é a acionista controladora da Companhia, detendo 41,66% das ações. A Rio Iaco Participações S.A. detêm 3,45%. A CFL Participações S.A. possui 10% das ações da CSN, a partir de acordo celebrado em abriu de 2023. 21,3% das ações são negociadas na bolsa de valores de Nova York (NYSE) e as demais pertencem a acionistas que negocial suas ações na bolsa brasileira, a B3. A estrutura societária da Vicunha Aços S.A. está ligada a uma estrutura societária que a liga a Vicunha Steel S.A. e a Rio Purus Participações S.A., cuja composição é dividida entre membros da família do atual presidente-executivo da CSN, Benjamin Steinbruch.
Veremos como essa estrutura, apesar de fatiar e vender a empresa a conta gotas ao capital estrangeiro, ainda comporta o amplo domínio de Steinbruch, o bilionário que está por trás da riqueza produzida pela empresa e o controlador responsável, direta ou indiretamente, por suas principais medidas e políticas.
Dito isso, no primeiro capítulo, examinamos a CSN Mineração, quase que inteiramente voltada a exportação. Veremos como a empresa ainda se beneficia dos elevados preços de seu produto e, não fosse o suficiente, elevou sua produtividade. Analisamos o faturamento, lucro, rentabilidade, valor adicionado, produtividade física e nominal, além da exploração de seus respectivos trabalhadores.
Ilustramos com o caso daqueles empregados no município de Congonhas onde está presente a maior mina da Empresa.
No segundo capítulo, analisamos o setor siderúrgico da Empresa. Começamos com considerações gerais sobre o mercado mundial no setor, agora marcado pela guerra tarifária de Donald Trump. Examinamos os possíveis impactos na CSN, bem como os valores realizados em 2024 com relação ao faturamento, à lucratividade, aos investimentos, à produtividade, bem como os custos de produção. Dedicamos um maior espaço a análise do lucro líquido da empresa, mostrando que seu valor negativo registrado no ano de 2024 não reflete a atividade realizada por seus trabalhadores, mas aspectos contábeis e financeiros gerais da Empresa. Por fim, examinamos ainda a situação específica dos trabalhadores da unidade de Volta Redonda.
Boa leitura!
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No presente estudo, analisamos as duas principais atividades da CSN, Companhia Siderúrgica Nacional: a siderurgia e a mineração. Para atingirmos especificamente a atividade minerária, examinamos os relatórios da CSN Mineração, que atua como subsidiária do grupo CSN.
Para atingirmos sua atividade siderúrgica, consideramos os relatórios individuais da Matriz, os quais abarcam, centralmente, o processo de produção siderúrgico em Volta Redonda. Todos os dados aqui utilizados foram retirados de fontes primárias, devidamente indicados em cada caso.
A CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), como podemos ver no gráfico abaixo, possui a seguinte composição acionária:
A Vicunha Aços S.A. é a acionista controladora da Companhia, detendo 41,66% das ações. A Rio Iaco Participações S.A. detêm 3,45%. A CFL Participações S.A. possui 10% das ações da CSN, a partir de acordo celebrado em abriu de 2023. 21,3% das ações são negociadas na bolsa de valores de Nova York (NYSE) e as demais pertencem a acionistas que negocial suas ações na bolsa brasileira, a B3. A estrutura societária da Vicunha Aços S.A. está ligada a uma estrutura societária que a liga a Vicunha Steel S.A. e a Rio Purus Participações S.A., cuja composição é dividida entre membros da família do atual presidente-executivo da CSN, Benjamin Steinbruch.
Veremos como essa estrutura, apesar de fatiar e vender a empresa a conta gotas ao capital estrangeiro, ainda comporta o amplo domínio de Steinbruch, o bilionário que está por trás da riqueza produzida pela empresa e o controlador responsável, direta ou indiretamente, por suas principais medidas e políticas.
Dito isso, no primeiro capítulo, examinamos a CSN Mineração, quase que inteiramente voltada a exportação. Veremos como a empresa ainda se beneficia dos elevados preços de seu produto e, não fosse o suficiente, elevou sua produtividade. Analisamos o faturamento, lucro, rentabilidade, valor adicionado, produtividade física e nominal, além da exploração de seus respectivos trabalhadores.
Ilustramos com o caso daqueles empregados no município de Congonhas onde está presente a maior mina da Empresa.
No segundo capítulo, analisamos o setor siderúrgico da Empresa. Começamos com considerações gerais sobre o mercado mundial no setor, agora marcado pela guerra tarifária de Donald Trump. Examinamos os possíveis impactos na CSN, bem como os valores realizados em 2024 com relação ao faturamento, à lucratividade, aos investimentos, à produtividade, bem como os custos de produção. Dedicamos um maior espaço a análise do lucro líquido da empresa, mostrando que seu valor negativo registrado no ano de 2024 não reflete a atividade realizada por seus trabalhadores, mas aspectos contábeis e financeiros gerais da Empresa. Por fim, examinamos ainda a situação específica dos trabalhadores da unidade de Volta Redonda.
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